Estimativa de inflação política internacional bélica virulenta, em alta

Estimativa de inflação política internacional bélica virulenta, em alta

Estimativa do mercado financeiro para a inflação sobe para 3,54%
Previsão do IPCA passou de 3,45% para 3,54%

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 3,45% para 3,54%, segundo o boletim Focus publicado hoje (30) pelo Banco Central, documento que aponta semanalmente as projeções para os principais indicadores econômicos.

Uma inflação atípica, resultante de dificuldades de produção em resultado dos fechamentos da pandemia, podemos dizer que inventaram a inflação política, a falta de produto por dificuldades criadas com decisões políticas, com viés internacional do vírus importado, e quando deveria haver de certa forma uma forma de desequilíbrio econômico, regulando a escassez de produtos com a falta de dinheiro, tivemos escassez de produtos, com injeção de dinheiro na economia com as ajudas emergência. Prato feito para inflação política.

Com a normalização dos respectivos setores, políticos, passada a eleição, pode arrefecer, apesar do Brasil ser uma coisa do outro mundo, todos os políticos querem que o Brasil se acabe para ele ser a solução, mas mesmo que consiga atingir o seu objetivo, outros continuaram promovendo a balbúrdia, para tomar seu lugar. Ou seja, sempre tem uns poucos remando para frente, e muitos remando para trás, se avançar, só por Deus.

Cada um vendo seu interesse.

É a 16ª elevação seguida na estimativa. Esse percentual está abaixo do centro da meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional, de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, o que resulta em limites inferior em 2,5%, e superior em 5,5%.

Para 2021, a projeção de inflação passou de 3,40% para 3,47% (sexta elevação seguida). As previsões para 2022 e 2023 mantiveram-se estáveis em 3,50% e 3,25%, respectivamente.

Segundo BC, para 2021, a meta é 3,75%; para 2022, 3,50%; e para 2023, 3,25%, com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, em cada ano.

Selic
O principal instrumento usado pelo BC para alcançar a meta de inflação é a taxa básica de juros – a Selic, que está atualmente em 2% ao ano. O percentual é o mesmo projetado pelas instituições financeiras nas últimas semanas. Já para o fim de 2021, a expectativa é de que a Selic esteja em 3% ao ano – o mesmo percentual projetado na semana anterior. Também apresenta estabilidade o percentual previsto para o fim de 2022 (4,5% ao ano) e para o fim de 2023 (6% ao ano).

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Quando a Selic é mantida, o Copom considera que ajustes anteriores foram suficientes para manter a inflação sob controle.

Atividade econômica
O mercado financeiro ajustou de 4,55% para 4,50% a previsão que tem de queda da economia brasileira. Para o próximo ano, a expectativa de crescimento passou de 3,40% para 3,45%. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro projeta expansão de 2,50% do PIB (Produto Interno Bruto, soma de todas as riquezas do país).

Dólar
Ainda segundo o Boletim Focus, a cotação do dólar para o final deste ano está em R$5,36 – valor ligeiramente inferior ao projetado no último levantamento, feito há uma semana, quando estava em R$ 5,38. Para 2021 se manteve em R$5,20; e em R% 5 em 2022.

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