Monumentos são protegidos para que racistas intolerantes, não destrua a história do país, em Londres

Manifestantes contra racismo e direitistas brigam em Londres
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Polícia entrou em ação para conter conflitos

Manifestantes contra o racismo reuniram-se novamente em diversas cidades do Reino Unido para protestar neste sábado (13/06/20). Houve brigas em Londres quando ativistas de direita apareceram para proteger monumentos que viraram alvo dos protestos raciais pelos laços com a história colonial do país.

Quem reclama racismo, está promovendo a intolerância. Os valores culturais, são ensinamentos da história, se certo, é para seguir, se errado, apaga-los, é o risco de errar novamente. A violência contra monumentos não se sustenta.

Estátuas de figuras históricas, incluindo Winston Churchill -líder britânico na Segunda Guerra Mundial que os manifestantes chamam de xenófobo- foram protegidas para tentar minimizar os tumultos.

Na Trafalgar Square, a polícia separou dois grupos de aproximadamente 100 pessoas cada, um cantando “Black Lives Matter” [vidas negras importam] e o outro, proferindo ofensas racistas. Alguns grupos empurraram, jogaram garrafas e latas e dispararam fogos de artifício, enquanto a polícia, com cachorros e cavalos, alinhava-se.

Manifestações têm ocorrido ao redor do mundo depois da morte de George Floyd, em Mineápolis (EUA), um homem negro de 46 anos, após um policial branco ajoelhar-se em seu pescoço durante quase nove minutos.

No Reino Unido, o debate está forte em relação a monumentos de pessoas envolvidas no passado imperialista do país, especialmente depois que a estátua do comerciante de escravos Edward Colston foi derrubada e atirada do porto de Bristol, no último fim de semana.

A polícia afirmou hoje que algumas pessoas estavam levando armas aos protestos de Londres. Policiais impuseram restrições de rotas aos dois grupos.

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