O ponto prejudicial da frequência do 5G em relação a saúde

O ponto prejudicial da frequência do 5G em relação a saúde

Não há evidências atuais de que os sinais de rede sem fio sejam prejudiciais à saúde humana, mesmo com a maior densidade de torres necessária para redes 5G. A pele humana fornece uma barreira protetora contra essas frequências mais altas.

Embora o 5G possa se estender além das frequências típicas de ondas de rádio, não chega até frequências infravermelha e ultravioleta, não chega nem perto dos limites superiores onde é gerada a radiação nociva.

As frequências do 5G, hoje sofrem a mesma resistência que sofre todas as novas tecnologias impactantes e destrutivas, preconceitos ou mesmo, temor de quem possa sentir prejudicados em seu imaginário, e com isto inicia-se um processo de fomentar inverdades universais, sem nenhum amparo técnico, baseando se fake news, que ganham forças por não encontrar parâmetros em sistemas análogos.

A vantagem é que hoje temos de certa forma um histórico, pois os primeiros celulares, muitas pessoas relutavam em usar, até que o uso e o costume provou que todas as notícias nocivas, se comprovaram inverídicas. E comprovadamente não existe o ponto prejudicial no 5G.

fonte: Dr. Christopher M. Collins, professor de radiologia da New York University, especialista em efeitos da alta frequência em seres humanos – abril 2020

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