“Por que George Soros financia movimentos de esquerda?”, questiona economista

“Por que George Soros financia movimentos de esquerda?”, questiona economista
Networking Social

Um dos maiores investidores do mundo, o bilionário George Soros, divide opiniões por seu posicionamento político e por financiar movimentos de esquerda. Em artigo publicado pela InfoMoney, o economista Alan Ghani faz uma análise sobre a ligação de Soros com organizações progressistas.

Intitulado de “Por que George Soros financia movimentos de esquerda? ”, o artigo sugere que “muitos destes movimentos de esquerda não são necessariamente contra o capitalismo de George Soros, mas contra valores e princípios conservadores.”

“Evidentemente que todos os elementos defendidos pela direita, principalmente pelos conservadores, são uma resistência ao poder global, tais como a família, a religião judaico-cristã, os poderes locais, o respeito às tradições, aos costumes e à liberdade individual.”

Alan Ghani também considera que George Soros teria um projeto globalista. “Por isso, que é perfeitamente compreensível que George Soros, um super capitalista, financie agendas progressistas mundo afora: os movimentos de esquerda de hoje lutam contra princípios conservadores, que são elementos de resistência ao projeto globalista de George Soros.”

No artigo, o economista cita a opinião de Flávio Morgenstern, em que define o que é o Globolismo. Segundo ele, ainda não há um debate sobre o assunto no Brasil.

Morgenstern ressalta que a esquerda defende um “Estado Forte”. “O grande objetivo da esquerda é um mundo de paz entre as pessoas. Assim, para se alcançar a PAZ, na lógica esquerdista, seria necessário um Estado forte, além das fronteiras de um país, capaz de destruir todas as fontes de desigualdades na sociedade, seja ela racial, sexual ou até de renda.”

“Mais do que isso, se tivéssemos um Estado com controle absoluto sobre a sociedade, acima das forças locais de um país, não haveria motivos para as nações entrarem em guerra. E é exatamente aí que entra o Globalismo de Geroge Soros”, destaca Alan.

O economista também aponta: “O ponto chave é que a união entre os povos não ocorreu de maneira espontânea, popular, de baixo para cima, mas imposta por uma agenda globalista onde as pessoas comuns não se vêm representadas pelas novas normas e leis impostas para a sociedade pelos burocratas de Bruxelas. A saída do Reino Unido da União Europeia (Brexit) só mostrou este descontentamento popular com a agenda globalista.”

A análise ainda questiona “Por que a Fundação de George Soros financia ONGs, “coletivos” e movimentos que defendem ideologias que hoje caracterizam a nova esquerda (new left): feminismo, ideologia de gênero, black lives matter, gayzismo, abortismo, legalização das drogas, livres fronteiras para imigração, desarmamentismo, descriminalização da pedofilia, etc?”.

Alan destaca que “muitos dos movimentos são contra valores e princípios conservadores, base da civilização ocidental, que representam obviamente uma resistência aos anseios globalistas das famílias Soros, Rockfeller, Ford, entre outras”.

“Em outras palavras, por meio de uma guerra de narrativas, exploram-se ressentimentos para imporem uma agenda antiliberal e anticonservadora sobre a sociedade, financiada com o dinheiro de Soros.”

Deixe uma resposta